Crescimento Económico?
Vivemos um tempo em que avaliamos a vida de um país, e mesmo das pessoas, utilizando índices que nos dão as variações, em sentido positivo ou negativo, do que vai acontecendo.
Vivemos um tempo em que avaliamos a vida de um país, e mesmo das pessoas, utilizando índices que nos dão as variações, em sentido positivo ou negativo, do que vai acontecendo.
Em fim de ano há sempre a tentação de evidenciar as esperanças que se depositam para o futuro coletivo. Curiosamente a comunicação social deste fim-de-semana, não mostrou grande interesse em anunciar boas novas, percebendo, no caso do nosso país, que tratando-se de um ano de múltiplas eleições (europeias, nacionais e regionais), o que quer que se diga, será sempre "filtrado", como se tratando de demagogia. Pelo contrário, o acento tónico foi colocado nos acontecimentos e circunstâncias que correram menos bem no ano anterior, admitindo até que esses efeitos se prolongarão neste que agora começa.
Com esta frase celebrizou-se o Almirante Pinheiro de Azevedo, aquando de uma grandiosa manifestação que encheu completamente o Terreiro do Paço, no ano de 1975, durante o PREC (Processo Revolucionário em Curso), conduzida pelo Partido Comunista e outras forças de esquerda.
Como se sabe, a possível saída do Reino Unido da União Europeia tem sido um assunto com grande cobertura mediática, pelo que lhe vamos dedicar esta breve reflexão, para partilhar com os leitores algumas das preocupações que aquele assunto (BREXIT) merece.
Quando o Presidente Chinês Xi Jinping chegou a Lisboa, logo na primeira declaração que fez não se esqueceu de recordar que há uma terrinha (Freixo de Espada a Cinta) em Portugal onde ainda se produz o bicho de seda, uma manufatura manual trazida da China para o nosso país no seculo XVI, a partir de Macau.
Este grave acidente ocorrido na Estrada Nacional 255 entre Borba e Vila Viçosa, traz de novo a velha questão da responsabilidade pela manutenção das vias públicas e de outras infraestruturas do Estado, como vulgarmente se designam (Escolas, Hospitais, Vias-férreas...). Neste caso concreto, não vamos deter-nos sobre as causas deste trágico desastre que, tanto quanto as imagens televisivas nos mostram, estavam à vista de toda a gente. A interrogação que se pode colocar é sobre as razões (de caracter económico, evidentemente) que foram impedindo a tomada da decisão que há muito se impunha: a de proibir a circulação completa (de automóveis, outro tipo de veículos e até de peões). Porque aquilo, era um verdadeiro precipício.